Nibiru Down Down
26/10/2011
Sabe aquela história toda da teoria do Big Bang? Esqueça.
A culpa de estarmos aqui é de Nibiru.
Nibiru, um planeta, planetinha camarada que tem uma coreografia toda própria há uns bons milhões de anos. Quem descobriu foi o Zecharia Sitchin quando leu uns documentos deixados por uns extraterrestres. É isso mesmo. As civilizações antigas, segundo esse tal de Zacarias, souberam de ETs (fontes seguras) que a terra começou assim:
“Tinha um planeta entre Marte e Jupiter, chamado Tiamat. Numa dança muito louca, Nibiru veio lá de longe e acertou Tiamat em cheio, partindo o pobrezinho em dois”.
Metade do Tiamat ficou destruída, virou um monte de asteróide e cometa – o que a gente chama hoje de Cinturão de Asteróides – e que Kate Middlenton usou na sua festa de casamento, no palácio.
A outra metade chamamos popularmente de Terra mesmo.
Pois é, se não fosse Nibiru, não estaríamos aqui. E mais estranho ainda é que se não fosse Nibiru, continuaríamos aqui numa boa, como estamos vivendo hoje.
Isso porque, a cada 3,6 mil anos, Nibiru volta a bailar pelas bandas de cá. E vai acontecer de novo no ano que vem.
Bater na Terra, ele não vai, mas há quem duvide. Só que mesmo passando apenas perto, ele vai confundir bem as coisas por aqui. Por exemplo: sua bússola vai começar a apontar para o sul, terremotos, dilúvios etc.
Dizem que em uma das passagens de Nibiru, um cara chamado Noé teve de construir uma arca. Na outra, afundou uma cidade inteira chamada Atlântida - não é lá que vive a Ariel?. Quando Nibiru passou pelo B-612, a rosa morreu.
Como prevenção nunca é demais, o nosso conselho é construir um abrigo em algum lugar alto, como o planalto central, e ficar por lá quieitnho esperando.
Nibiru vai mudar tudo aqui.

